Mogi Mirim envia ofício à FPF e confirma participação na Série A3

No entanto, o time paulista segue suspenso de torneios realizados pela CBF, a exemplo da Série D

por Kim Belluco

Mogi Mirim, SP, 02 (AFI) - O Mogi Mirim resolveu um capítulo da novela que tem enfrentado nos últimos anos. Desligado pelo STJD das competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por não arcar com duas taxas de arbitragem de jogos da Série C, além de uma multa no valor de R$ 2 mil, o time paulista, ao menos, confirmou a participação na Série A3, através de um ofício enviado à Federação Paulista de Futebol (FPF) na noite desta quarta-feira.

Existia um risco do Mogi Mirim ficar sem calendário em 2018, que foi descartada rapidamente. Em meio à crise financeira, o time paulista não enviou um representante ao Conselho Arbitral da Série A3 na última terça-feira, deixando sua participação em xeque. No entanto, tudo foi resolvido após ser notificado. Sendo assim, todos os 20 participantes da terceira divisão do Estado estão confirmados no torneio.

Mogi Mirim resolveu sua situação mediante à FPF
Mogi Mirim resolveu sua situação mediante à FPF
EM DÚVIDA...
Resta agora o Mogi Mirim acertar sua dívida com a CBF para ter calendário no segundo semestre de 2018. A dívida é referente aos jogos contra Tombense (29/07) e Ypiranga (12/08), este acabou dando W.O. por conta da greve dos jogadores devido salários atrasados. O Sapão só jogará à Série D se quitar o montante.

A diretoria do Mogi Mirim ainda não deu um parecer oficial para ambos os casos. A reportagem tentou contato novamente com o presidente Luiz Henrique, mas sem sucesso. A Assessoria de imprensa garantiu que o time seguirá em pé em 2018.

Confira abaixo comunicado do STJD enviado ao clube:

“De ordem do Dr. Auditor Presidente deste Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ronaldo Botelho Piacente, referente aos Processos nº 133/16 - 4ª CD e Processo nº 132/2017 – 4ª CD, informo que através de despacho, determina o desligamento do Mogi Mirim E.C., considerando o não pagamento da dívida existente para com a justiça desportiva, fica imediatamente impedido de participar de qualquer competição em curso e ou futura nos termos dos artigos 53 e 89 do RGC - até a quitação do débito”.

 
 
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