Equipe do SERIPA investiga as causas do acidente aéreo em Tocantins
Não há informações sobre a causa do acidente e também não foi informado o tempo para apurar os motivos que levaram a queda do avião
por Agência Futebol Interior
Palmas, TO, 25 (AFI) - Uma equipe do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), localizado em Brasília, investiga as causas do acidente aéreo no Tocantins que matou seis pessoas no domingo.
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TÁXI AÉREO!

Avião caiu e pegou fogo. (Foto: Reprodução)
O avião pertencia a construtora Meirelles Mascarenhas Ltda, com sede no Pará, de acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB). O Palmas, por meio da sua assessoria, informou que o avião não fez serviço de táxi aéreo e que Lucas Meira, empresário e presidente do clube tocantinense, havia comprado o avião há pouco tempo e realizava o processo de transferência.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que atendeu o chamado, o avião era um bimotor modelo Baron, de prefixo PTLYG. De acordo com a Beechcraft, fabricante do avião, a Beechcraft, este tipo de aeronave pode transportar no máximo seis pessoas por voo. Todos os seis que estavam no avião morreram carbonizados.
TRAGÉDIA!
O acidente aconteceu na manhã de domingo e matou Lucas Meira, empresário e presidente do Palmas, os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari, e o comandante Wagner.
De pequeno porte, o avião caiu logo após a decolagem na Associação Tocantinense de Aviação (ATA), no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional. O avião deu algumas voltas, perdeu altitude e atingiu o solo em um matagal, pegando fogo. Todos integrantes morreram.

O Vila Nova entrou direto nas oitavas, enquanto o Palmas eliminou o Real Noroeste, por 2 a 0, na primeira fase. A Copa Verde tem sido disputada em 2021 por causa do estrago causado pela pandemia de Covid-19.